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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mulheres trabalhando


A Nude House, uma empresa de software da Inglaterra, está procurando moças que trabalhem com programação e web designers – e que não se importem de ficar nuas no escritório.
É, você não leu errado. O dono da empresa, Chris Taylor, de 63 anos, é um naturista e afirma que a Nude House é o ambiente de trabalho perfeito para quem compartilha das mesmas ideias: limpo, quentinho e divertido.
Agora, se você está se perguntando por que a vaga é apenas para moças, Mr. Taylor afirma que é pro ambiente ser menos opressivo. Segundo ele, é difícil contratar alguém porque é preciso filtrar quem está interessado no trabalho e deixar de fora aqueles que apenas querem ver gente pelada.

Mulher que mais fez plasticas


E, surpresa, ela não tem um rosto tão artificial como o de Michael Jackson – apesar de ter o mesmo sobrenome.
Cindy Jackson tem 55 anos e é a recordista do Guiness na categoria “maior número de cirurgias plásticas”. Ela já admitiu que nunca superou sua obsessão de parecer uma Barbie. Com 21 anos, ela era uma cantora de punk rock – mas a vontade de parecer uma boneca loira ainda permanecia.
Com 33 anos, ela recebeu a herança de seu falecido pai e pôde investir em uma cirurgia plástica – que seria a primeira de muitas. Ela pediu que os médicos deixassem seus olhos mais “abertos”, depois passou a fazer lipoaspiração e injeções de colágeno.
Ela já fez plástica nos seios, no nariz e remodelou seu maxilar. Suas experiências todas estão descritas em seus dois livros. Cindy também lançou uma linha de cremes para o rosto e, depois de alguns anos, voltou a investir em sua carreira como cantora.
Até hoje ela passou por 52 procedimentos, incluindo botox, cirurgias mais complexas e até mesmo injeção de colágeno nas mãos, para evitar rugas por lá. Estima-se que ela gastou mais de 100 mil dólares com sua aparência.
O mais incrível sobre ela é que, apesar de ter passado por todas essas cirurgias, a aparência dela não é (tão) artificial.

Posso beber urina?


Por mais nojento que pareça, pode. A urina já foi considerada uma bebida saudável e da moda por diferentes civilizações, durante séculos.
Celtas na Península Ibérica faziam gargarejos com xixi para branquear os dentes cerca de 50 anos antes de Cristo.
“Amaroli” é uma palavra vinda do sânscrito, que se refere à urinoterapia, que é a prática antiga de ingerir o líquido amarelado logo pela manhã, como se fosse um remédio matinal.
O famoso escritor JD Salinger era conhecido pela sua obra “O Apanhador no Campo de Centeio” e por beber seu próprio xixi, ato compartilhado pelo ex-primeiro ministro da Índia, Morarji Desai, que até fez uma aparição especial no canal de TV estadunidense CBS para defender o seu hábito.
Ainda assim, beber sua urina não traz nenhum benefício conhecido para a saúde. O xixi é composto por pelo menos 95% de água. Os 5% restantes não são muito bons para você, tendo em vista que seu corpo está querendo se livrando deles.
Ele transporta o excesso de eletrólitos, como sódio, cloreto e potássio. A urina também carrega traços pequenos do excesso de toxinas na forma de ácidos a partir de seu rim, mas você precisa beber muito para fazer estragos.
Os eletrólitos permitiem que algumas das nossas células conduza eletricidade, porém muito sódio extrai água de nossas células, desidratando-nos. Muito potássio, por sua vez, pode levar a um ataque cardíaco.
“Pense nisso como beber água do oceano”, compara Jeff Giullian, nefrologista da Associação de Nefrologia de Denver, Colorado, EUA. “Vai desidratá-lo e causar mais danos do que benefícios”.
Dan Woolley discordaria. Ele passou 65 horas preso sob os escombros do Hotel Montana no Haiti após o terremoto do ano passado e atribui sua sobrevivência parcialmente ao fato de ter bebido sua própria urina.
Especialistas em sobrevivência, entretanto, têm opiniões conflitantes. Bear Grylls, apresentador do programa de TV “Man vs Wild” (Homem vs Natureza Selvagem), aconselha a prática – Woolley conta que foi o próprio Grylls que lhe ensinou o truque -, enquanto Les Stroud, apresentador do programa “Survivorman”, do canal Discovery, não acredita nos poderes da urina, mesmo em situações extremas como a de Woolley.
O Manual de Sobrevivência do Exército dos Estados Unidos inclui urina na lista de “não beba”. No entanto, Aron Ralston, um aventureiro que ficou com seu braço preso sob uma rocha e foi obrigado inclusive a cortá-lo para se livrar, também ingeriu seu xixi – e sobreviveu. A história foi retratada no filme “127 Horas”.
Cada caso é um caso, mas de uma forma geral beber urina para sobreviver é ainda mais prejudicial, pois a desidratação a torna menos diluída e os eletrólitos e os ácidos estão presentes em maior concentração, fazendo uma má situação ficar ainda pior.